Publicado em 07 de julho de 2022
Realizar o controle de jornada nem sempre é uma tarefa simples. Muitas vezes burocrático, o processo demanda muita paciência por parte dos gestores das empresas. Nas universidades, isso não é diferente. Porém, é muito importante que as marcações de ponto eletrônico sejam realizadas.
A rotina nos ambientes universitários é um pouco diferente dos demais ambientes profissionais, pois os professores, na maioria das vezes, trabalham em turnos e escalas diferentes. Isso acaba sendo um dificultador a mais para controlar as jornadas.
Porém, nunca é demais lembrar, que as leis trabalhistas tornam obrigatórias a marcação do ponto eletrônico em empresas com mais de 20 colaboradores, o que é o caso das universidades.
Em outro post aqui no blog, trouxemos 5 vantagens de utilizar o controle de jornada em supermercados. Hoje, iremos te explicar sobre como funcionam as marcações em universidades, e como realizá-las de forma correta.
Primeiramente, vale recapitular sobre qual a funcionalidade de um ponto eletrônico. Ele é um equipamento utilizado para realizar as marcações da jornada de trabalho, e serve para registrar a carga horária dos funcionários.
Em novembro de 2021, o Ministério do Trabalho e Previdência (MTP) implantou a Portaria 671. Ela dividiu os marcadores eletrônicos em três categorias: REP-C (Registrador Eletrônico de Ponto Convencional), o REP-A (Registrador Eletrônico de Ponto Alternativo) e o REP-P (Registrador Eletrônico de Ponto via Programa).
Como citado anteriormente, a jornada de trabalho dos professores é diferenciada, e pode variar de acordo com o tipo de contrato estabelecido, e também, caso a instituição tenha alguma necessidade ou demanda extra.
Antes da reforma trabalhista ter sido estabelecida, um professor poderia trabalhar na mesma instituição de ensino, diariamente, por 4 aulas consecutivas ou 6 aulas intercaladas.
Depois da nova resolução, o magistrado não pode trabalhar mais de 44 horas semanais, com o limite diário de 8 horas. Caso o profissional trabalhe horas extras, são permitidas no máximo 2 horas por dia, sem ultrapassar a carga horária prevista nas leis trabalhistas.
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Conforme citamos anteriormente, os professores universitários têm turnos e escalas de trabalho distintas. Enquanto alguns profissionais trabalham todos os dias da semana, outros trabalham em dias variados, em horários diurnos, vespertinos ou noturnos.
Essa modalidade de escala varia em cada caso, pois cada instituição de ensino tem as suas peculiaridades. Porém, as 3 principais jornadas de trabalho dos professores são as seguintes:
No entanto, a carga horária precisa incorporar a chamada “hora atividade”, para que os professores possam organizar atividades e conteúdos extraclasse. Esse período é assegurado pela Lei de Diretrizes e Bases, e conta como hora de trabalho, por isso, ela deve ser levada em consideração na marcação do ponto eletrônico.
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Como dito no início deste artigo, as universidades são empresas como qualquer outra. Essas instituições têm mais de 20 colaboradores em seu quadro de funcionários, por isso, elas são obrigadas a realizar o controle de ponto eletrônico.
Além disso, as marcações das jornadas de trabalho evitam que possíveis processos trabalhistas, de ambas as partes, possam surgir futuramente.
No mercado, existem vários tipos de registradores, como os cartográficos, os eletrônicos e o ponto mobile. Todos eles são ótimas opções para as empresas realizarem as marcações.
Entre todas as opções de marcadores, o melhor para ser implantado em universidades é o ponto mobile. Ele utiliza aplicativos e softwares que permitem ao colaborador ter acesso às marcações da jornada de trabalho em dispositivos mobile ou plataformas em nuvem.
O registro de ponto no celular é uma forma segura e completa para realizar o controle de ponto eletrônico, além de facilitar o trabalho do RH na hora do fechamento da folha, pois a extração das informações pode ser feita com poucos cliques.
Algumas universidades têm vários campos ou polos espalhados em diferentes cidades e regiões, o que pode ser outro dificultador na hora de realizar os registros. Com o ponto eletrônico mobile, esse problema não irá acontecer.
Leia também: https://dixiponto.com.br/noticias/como-funciona-a-marcacao-do-ponto-eletronico-no-celular/
Pode-se concluir que realizar as marcações das jornadas de trabalho em universidades é mais do que necessário para o bom andamento das atividades nestes ambientes.
Além de garantir mais segurança para todos os profissionais que trabalham nestas instituições, os registros também garantem praticidade e organização na hora do fechamento da folha de pagamento.
O ponto mobile é uma ótima solução para acabar com a burocracia e garantir que as universidades realizem as marcações de forma segura e instantânea. Mas, para isso, você precisa ter um sistema que consiga atender às suas demandas.
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